Líder em soluções de tecnologia e infraestrutura digital para empresas, cidades e nações
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950
data centers
implementados no Brasil
e em 12 países da América Latina
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IoCs implementados no Brasil
e em 12 países da
América Latina
mais de
22 milhões
de horas de Serviços
Continuados com
99,999% (Tier IV) de
disponibilidade
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colaboradores dedicados
à operação de
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de projetos
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nos últimos 7 anos
Nossas Soluções
Infraestrutura de TI
On & Off Premise
IoT & IoC
Solutions
Green Efficiency & IT
Perfomance Services
Serviços
Especializados
Serviços
Continuados
Available. Efficient. Sustainable.
Até 2025, o mundo produzirá estimadamente 175 zettabytes de dados, os quais precisarão do suporte de uma completa infraestrutura de TI. Com os parâmetros atuais de crescimento, o consumo energético da infraestrutura digital será o responsável por 1/5 do uso global de energia.
A green4T acredita e promove a mudança de paradigmas, atrelando os conceitos de sustentabilidade e eficiência. Por isso, a empresa criará soluções de infraestrutura de baixa impacto energético, com PUE máximo de 1,5, para que, nos próximos 10 anos, a iniciativa possa reduzir 60% da energia consumida por todos os data centers na América Latina. A energia poupada neste processo poderá causar impacto de 67 TWh - energia suficiente para iluminar 3 milhões de residências.
Insights
Infraestrutura Digital
Como alcançar a máxima disponibilidade da infraestrutura de TI - Episódio 12
Fev de 2021
Olá, seja bem-vindo ao greenTALKS, mais um canal de comunicação e conteúdo da green4T. Esse podcast está disponível no Spotify, em nosso canal no YouTube e também em nossas mídias sociais. Me chamo Fabiano Mazzei e sou jornalista na green4T. Esta é a décima segunda edição do podcast e o assunto de hoje é Como alcançar a máxima disponibilidade da infraestrutura de TI. Vamos entender a importância das soluções de Serviços Continuados para garantir a continuidade das operações de TI nas empresas neste momento crítico de alta demanda e acelerada transformação. E o nosso convidado para explicar tudo isso é Samuel Carvalho, Gerente Executivo de Serviços Continuados na green4T. Fabiano: Olá Samuel, muito obrigado pela presença! Samuel Carvalho: Boa tarde, Fabiano, tudo bem? Primeiro agradecer a oportunidade de falar aqui sobre Serviços Continuados. Vamos lá. Fabiano: Vamos sim. Samuel, para as empresas que têm na tecnologia o centro do negócio, minimizar o risco de indisponibilidade da operação é essencial. Neste sentido, como evitar o chamado "downtime", ou melhor, como garantir o máximo de disponibilidade das infraestruturas de TI? Samuel: Contextualizando um pouco sobre isso, com a Transformação Digital nas empresas, organizações e até mesmo na população, cada vez mais os ambientes de TI precisam ter a garantia da disponibilidade operacional. E, para isso, a infraestrutura física destes ambientes – por meio dos subsistemas de energia, climatização, a parte civil e a segurança – precisa operar 24/7/365, sem interrupções não programadas. Então é isso que o Serviços Continuados garante: o foco é maximizar a disponibilidade da infraestrutura de TI, trazendo segurança e tranquilidade aos clientes. E como garantimos isso? Nós na green4T temos uma plataforma, um sistema de gestão integrada onde todos os processos e a gestão do contrato são unificados. Então, por exemplo, quando você tem indisponibilidade operacional em um banco por 30 minutos, uma hora, isso traz um impacto muito grande! Seja para o usuário que tenta acessar o aplicativo, seja para quem queira fazer uma aplicação financeira, o impacto é imensurável. Em Instituições públicas ligadas à saúde, por exemplo, neste momento da pandemia de Covid-19, uma indisponibilidade operacional pode resultar em um atraso na campanha de vacinação ou mesmo no processo de internação em um leito de UTI, então, é um impacto muito significativo à sociedade. Fabiano: É, de fato este é um assunto muito sensível para as empresas e organizações. Samuel, você comentou sobre Plataforma ou Sistema de Gestão Integrada. Poderia nos explicar melhor esta solução? Samuel: Essa plataforma de gestão integrada permite o gerenciamento real time da infraestrutura de TI, garantindo para o cliente uma gestão e governança de todos os subsistemas. Qual o benefício que este sistema traz? Ela permite a gestão de todas as ordens de serviço: o cliente consegue acompanhar todos os chamados que estão sendo realizados, os que já foram concluídos e, no final, ele valida esse atendimento. Essa plataforma ajuda também na gestão de ativos. O cliente possui todos os ativos cadastrados nesta plataforma e fazemos a gestão do chamado MTBF (do inglês, Mean Time Between Failures), que é o tempo médio entre as falhas destes equipamentos, planejar futuras trocas de peças que tenham tempo de vida útil, ou seja, a gestão de todo este parque de equipamentos fica acessível ao cliente a qualquer momento. Uma outra funcionalidade é a base de dados e conhecimento. Toda a documentação, manual de fabricante, desenhos técnicos e algumas instruções operacionais para manutenções do dia a dia também ficam acessíveis ao cliente na plataforma. E, por fim, tem o gerenciamento do contrato: por meio da plataforma, o cliente consegue extrair vários KPIs, seja de desempenho, de quantidade de ordens de serviço, de modalidade da prestação do serviço – se é um item preventivo ou corretivo –, então, o cliente tem a gestão de toda a sua infraestrutura de TI a qualquer momento e em real time. Fabiano: Entendi. Samuel, quais seriam os desafios mais frequentes para a implantação do Ongoing, por exemplo, nas empresas e organizações? Samuel: Os desafios são vários, Fabiano, e para elencar alguns mais críticos, o primeiro deles é que muitas das empresas estão posicionadas em regiões geográficas diversas: no Sul, Norte, Centro Oeste. Por isso, é essencial a capilaridade de atendimento. Atualmente, temos técnicos posicionados em 25 estados brasileiros, o que nos permite chegar muito rápido às instalações dos clientes para realizar o atendimento. Um segundo ponto é a parte de spare parts, de sobressalentes. Além de ter uma equipe capacitada a realizar o atendimento, nós precisamos ter os componentes que fazem parte dos equipamentos para eventuais trocas em situações não programadas. Atualmente, temos mais de 20 milhões de spare parts distribuídos – a grande maioria nos grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Minas Gerais, e em locais estratégicos como Recife, Salvador, Rio Grande do Sul – para conseguir atender o cliente final no menor tempo possível. Outro desafio que é muito importante é contar com uma equipe técnica especializada capacitada na ponta. Nós temos estes técnicos distribuídos nos 25 estados brasileiros treinados e com o ferramental adequado para poderem atender a situações de crise. Temos planos de manutenção preventiva customizados para cada data center, totalmente aderente 100% à instalação física do cliente. Temos também equipamentos específicos para análise e diagnóstico e, um ponto importante, somos certificados na parte de gerenciamento e serviços pela ISO 9001, o que permite a padronização dos nossos processos em toda a região geográfica brasileira. O que vale dizer que um contrato gerido no Sul, no Norte ou no Nordeste nós conseguimos padronizar e atender da mesma forma. Um outro item a ser considerado é que estamos no Brasil, o país com a maior incidência de descargas atmosféricas do mundo, algo em torno de 77,8 milhões de raios por ano (Dados: Inpe). Então, nós temos também um monitoramento destas tempestades na central de operações em São Paulo, que acompanha estes estados e ambientes para que, caso tenha algum indício de tempestade prevista, nós possamos a posicionar preventivamente uma equipe técnica no cliente para podermos atuar mais rápido caso tenha algum problema no sistema de energia. Fabiano: Maravilha, de fato, é um país tropical e muito exposto a essas alterações climáticas repentinas e isso é muito importante. Vamos falar sobre essa atuação mais a nível de software. Como as empresas e organizações podem aumentar a eficiência de suas infraestruturas de TI e protegê-las de eventuais interrupções de funcionamento? Samuel: Bem, voltado para essa parte de monitoração afim de evitar uma indisponibilidade operacional nós temos um serviço que é o Online. É uma plataforma digital de serviços para a monitoração remota dos ambientes de TI. A mesma central em São Paulo faz o monitoramento de todos os dispositivos, os IoTs presentes nos data centers. E o que isso traz de benefício? Primeiro ponto: minimizar o gap de tempo de reparo. Imagine que seja o cliente que faça essa monitoração: caso tenha um problema, ele tem de identificar a origem deste alarme, ligar para a nossa central de operações ou abrir um chamado pela plataforma de gestão integrada. Essa informação é recebida pela central que vai, então, entrar em contato com um técnico para que ele se desloque até o data center. Então, temos todos estes pontos de intersecção até realizarmos o atendimento. Quanto o cliente possui o Online, todo este gerenciamento é realizado pela green4T. A nossa central monitora esse data center junto a nossa equipe, habilitada e preparada para gestão de crise. Caso tenha um alarme, vamos imediatamente ao atendimento sem os gaps que existem nessa interação com o cliente. Essa condição nos traz um outro benefício que é diminuir o risco de agravamento de um potencial incidente. Por exemplo, um data center que apresente uma elevação de temperatura. Com o Online, nós deslocamos a equipe técnica de imediato e reestabelecemos o sistema de climatização, evitando tanto o downtime quanto uma possível queima de um equipamento de TI que tenha alto valor agregado. Atrelado a isso também, Fabiano, temos uma otimização do custo. Quando o cliente faz essa monitoração, ele precisa de um NOC: uma central dele 24x7 para realizar esse trabalho. Precisa ter um plantão para este NOC acionar em situação de crise de madrugada ou aos finais de semana, por exemplo. Como nós já temos uma central de operações e uma equipe habilitada, acaba otimizando o custo do cliente em ter uma estrutura preparada para isso. Por conta disso, o Online traz essa tranquilidade ao cliente que, durante as madrugadas, finais de semana e feriados, pode ficar tranquilo porque nós faremos todo monitoramento e gerenciamento para ele. Fabiano: Samuel, falando de futuro agora, de que forma os Serviços Continuados poderão permanecer contribuindo com as empresas e organizações nesta missão, haja visto que existe um desafio grande pela frente que é este de aumento exponencial da geração de dados e essa demanda ainda maior por processamento. Como os Serviços Continuados vão encarar esse desafio? Samuel: Os Serviços Continuados, pensando dessa forma, tendem a crescer a sua importância cada vez mais. Porque, independente do tipo de operação do cliente – seja um data center, alguma operação de IoT & IoC, Colocation, Edge Computing e mesmo Cloud – terá uma infraestrutura física por trás dessas soluções. Então, com o crescimento delas, a infraestrutura física tende a crescer também e é aí que entram os Serviços Continuados, cada vez mais garantindo a disponibilidade dessa infraestrutura de TI para que a operação do cliente, independente da forma que aconteça, se mantenha disponível 24x7. Fabiano: Samuel, excelentes suas explicações até aqui e acredito que tenhamos ajudado a quem nos ouve a entender a relevância desse serviço – para o cliente dormir tranquilo enquanto todo esse monitoramento é feito de forma tão eficiente – sempre buscando garantir a máxima de disponibilidade nas infraestruturas de TI. Bem, nós conversamos aqui com Samuel Carvalho, Gerente Executivo de Serviços Continuados na green4T sobre Como alcançar a máxima disponibilidade da infraestrutura de TI. Samuel, foi um prazer, muito obrigado pela presença e pelas explicações e até uma próxima. Samuel: Eu que agradeço a oportunidade de falar um pouco sobre os nossos serviços, um abraço a todos. Fabiano: Eu que agradeço! Então é isso, convido você a continuar a acompanhar o nosso podcast e também outros conteúdos relevantes sobre a tecnologia da informação no blog INSIGHTS, no site da green4T. Nós esperamos que tenha gostado desta edição. Muito obrigado e até o próximo programa!
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Transformação Digital
Hiperconvergência: simplificando a operação de TI
Fev de 2021
Por Carlos Eduardo Chicaroni (*) Um dos reflexos da aceleração digital nas empresas e organizações é o aumento da complexidade das operações de TI. Realizar uma gestão de alta performance de infraestruturas cada vez mais híbridas, compostas por data centers, multicloud, recursos de storage e monitoramento da rede de transmissão tem exigido elevado conhecimento técnico e crescentes investimentos em equipes multidisciplinares. É dentro deste contexto de multiplicidade de ferramentas que se tornou essencial a busca por uma solução que promova a integração virtualizada de todas estas tecnologias de uma infraestrutura de TI. É aqui que a hiperconvergência – ou, em inglês, HCI (Hyperconverged Infrastructure) – ganha o seu protagonismo. A hiperconvergência se resume na implementação de uma solução orientada por software que utiliza um hipervisor único para realizar a orquestração do processamento de dados, dos recursos de armazenamento e do networking virtualizado dentro de um mesmo sistema. Sua adoção gera duas grandes vantagens: simplifica a infraestrutura de TI e agiliza a escalabilidade da infraestrutura quando necessário. À reboque, entrega mais eficiência à operação de TI da empresa e reduz os custos com equipes setorizadas de trabalho.
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Transformação Digital
DCIM – Como obter uma gestão mais eficiente da infraestrutura de TI - Episódio 11
Fev de 2021
Olá, seja bem-vindo ao greenTALKS, mais um canal de comunicação e conteúdo da green4T. Este podcast está disponível no Spotify, em nosso canal no YouTube e também em nossas mídias sociais. Me chamo Fabiano Mazzei e sou jornalista na green4T. Esta é a décima primeira edição do podcast e o assunto de hoje é DCIM - Como obter uma gestão mais eficiente da infraestrutura de TI. Vamos entender a relevância do software de gestão para quem busca mais performance, maior eficiência energética e mais segurança para a operação de TI. Quem explica tudo isso para nós e ainda comenta as tendências deste tema é Marcelo Bernardes, Especialista em Serviços de Tecnologia na green4T. FABIANO: Olá Marcelo, muito obrigado pela presença e por participar do podcast. MARCELO BERNARDES: Muito obrigado, Fabiano, eu que agradeço a oportunidade de compartilhar informações com as pessoas. FABIANO: Qual a definição de DCIM e a sua atuação na infraestrutura de TI para suportar a Transformação Digital das empresas? MARCELO: A Transformação Digital tem gerado o surgimento de novas tecnologias, o que deu uma relevância ainda maior para a infraestrutura digital das empresas e organizações, que vem se tornando cada vez mais importantes e críticas para a eficiência e sustentabilidade do negócio. Sabendo que hoje as empresas estão cada vez mais adotando estratégias de TI híbridas para atender as demandas da Transformação Digital, estamos vendo um cenário em que as empresas possuem uma Infraestrutura cada vez mais complexa, com dispositivos com tecnologia IoT, processamento de borda, data centers próprios e nuvem. Neste movimento, a infraestrutura de TI precisa responder com agilidade, segurança e alto desempenho às demandas desta nova era cujo cenário é híbrido. Uma das ferramentas para se alcançar este resultado é o DCIM. O nome DCIM é uma sigla que significa Data Center Infrastructure Manager, que em português seria algo como Gerenciador da Infraestrutura do Data Center. Ele tem como principais funcionalidades o Monitoramento, a Gestão do Data Center e o Planejamento. Ele parte de quatro pilares essenciais para toda infraestrutura de TI, que são: Energia Climatização Conectividade Segurança Ter o controle centralizado desses quatro pilares garante a operacionalidade da infraestrutura da companhia, permitindo que as empresas identifiquem com maior agilidade as necessidades e auxiliando na otimização e planejamento da infraestrutura de TI. O software DCIM inclui várias funcionalidades que tem como objetivo unificar toda a gestão desses pilares em uma base de dados única, permitindo unificar o controle de toda a Infraestrutura de TI para apresentar uma visão clara da sua operação e permitir o planejamento preciso. Do ponto de vista da energia, com ele é possível realizar o controle do consumo de energia dos racks e equipamentos assim como monitorar os status das conexões elétricas para garantir o fornecimento de energia. Além disso, apresenta indicadores da eficiência energética dos ambientes de TI, sendo os principais o PUE e o DCIE. No pilar da climatização, o software tem como funcionalidade a visualização da temperatura dos ambientes de TI através de mapas térmicos e do controle dos equipamentos de ar-condicionado, indicando além dos alarmes, também as informações da operação desses equipamentos, permitindo um controle preciso da temperatura dos ambientes onde estão localizados os equipamentos de TI. Em relação a parte de conectividade, o DCIM tem como funcionalidade a gestão de cabeamento lógico, possibilitando inclusive o gerenciamento ativo através de cabeamento inteligente, integrando com sensores RFID para um gestão de ativos inteligente e automatizada. Da parte da segurança, o DCIM possui integração com controle de acesso, permitindo a gestão dos acessos aos ambientes de TI e aos Racks. Além disso inclui a visualização das imagens das câmeras do circuito de CFTV. Por fim, o DCIM também permite o monitoramento do uso de processamento dos servidores e integração com hypervisors como VMWare para a gestão e o controle de máquinas virtuais. Sendo assim, o gestor consegue relacionar o uso de energia e o processamento dos servidores e maquinas virtuais para otimizar a operação. FABIANO: Quais os benefícios e vantagens da implementação do DCIM? MARCELO: Em uma empresa com infraestrutura de TI híbrida – com data center, edge e cloud privada, por exemplo –, o DCIM pode colaborar para uma gestão mais eficiente e segura, visto que, através dele pode-se integrar as informações dos quatro pilares – energia, climatização, conectividade e segurança – para realizar o monitoramento, gestão e planejamento. Nesse caso, utilizamos o DCIM integrado ao sistema hypervisor para realizar o monitoramento do uso de links, processamento e armazenamento das máquinas virtuais, auxiliando assim no planejamento de cada camada com informações em tempo real de todos os dispositivos Edge, os dispositivos no data center e as máquinas virtuais na nuvem. Além disso, nele é possível realizar a gestão do cabeamento lógico. Imagine no caso de um grande data center ou em um grande volume de racks edge, em que normalmente temos milhares de conexões. Nesses casos é impossível gerenciar o cabeamento através de uma planilha de Excel, por exemplo. FABIANO: Sem dúvida. Marcelo, já é possível se falar no DCIM as a service? Quais as vantagens deste modelo de contratação? MARCELO: Sim, realmente o modelo que está em evidência hoje é o DCIM contratado como serviço, ou DCIM as a service. Esse modelo trás grande agilidade na implementação com uma redução considerável no tempo de implementação, que no modelo anterior tinha em média 6 meses para o “go live” da solução, e com o modelo em nuvem esse tempo reduz para cerca de um mês. Além disso tem-se uma redução enorme de custos visto que todo o suporte, equipe interna e a central de operações com especialistas que a empresa necessitaria para suportar e operacionalizar o DCIM ficaria a cargo do provedor da solução. A empresa teria apenas o custo da assinatura do serviço. FABIANO: Entendi. Para finalizar, quais as tendências de uso para o DCIM no futuro? MARCELO: Como o DCIM é, por natureza, um integrador e consolidador de informações de diversos equipamentos e sistemas, isso fez com que os fabricantes otimizassem o software com foco no processamento de grandes volumes de dados – algo que vem de encontro com as atuais demandas das aplicações de IoT. Muitos softwares DCIM vêm com o modelo de conectividade através de Remote Gateways que podem vir no formato físico ou como um software responsável por realizar a conectividade da rede remota com o software na nuvem. Essas conexões são criptografadas e trazem como fator principal a segurança nessa conectividade. Dessa forma, podemos indicar como tendência o DCIM utilizado cada vez mais para o monitoramento de IoT, exatamente por essa grande capacidade e versatilidade que ele tem na conectividade e no tratamento de dados em tempo real. FABIANO: Ótimo, sempre muito bom saber do que vem por aí e entender um pouco mais sobre como podemos conseguir mais performance das infraestruturas de TI. Bem, nós conversamos aqui com Marcelo Bernardes, Especialista em Serviços de Tecnologia na green4T sobre DCIM – Como obter uma gestão mais eficiente da infraestrutura TI. Marcelo, foi um prazer, muito obrigado pela presença e por compartilhar todos estes conhecimentos aqui conosco. MARCELO: Eu que agradeço, Fabiano. Estamos sempre à disposição para ir atrás de soluções que otimizem a infraestrutura de TI das empresas e organizações. FABIANO: Muito legal, muito obrigado. Então é isso, convido você a continuar a acompanhar o nosso podcast e também outros conteúdos relevantes sobre a tecnologia da informação no blog INSIGHTS, no site da green4T. Nós esperamos que tenha gostado desta edição. Muito obrigado e até o próximo programa!
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Edge Computing
O avanço do Edge Computing
Fev de 2021
Em uma sociedade e economia cada vez mais centradas em dados – onde o Big Data exerce poder gravitacional sobre aplicações, serviços, softwares, modelos de negócio e consumidores –, uma solução se tornará essencial a partir desta década: o edge computing. A estratégia que leva o processamento de dados para perto da fonte geradora atende a uma exigência inegociável de velocidade em tempos de novas tecnologias como o 5G e o IoT (internet das coisas). Estas inovações tendem a levar aplicações e serviços a ficarem mais próximos da origem do dado por necessidade de baixa latência e de alta taxa de transferência de dados. Mas por quê a velocidade no tempo de resposta virou fator crucial neste momento da indústria de TI? Desde os primeiros mainframes da década de 1970, verificou-se uma mudança na escala de relevância daquilo que torna o processamento de dados mais eficiente. No começo, a aposta era no potencial dos equipamentos. Depois, a capacidade de transmissão se tornou vital. Agora, é a conectividade quem define o sucesso da solução. Assim, tanto a internet das coisas quanto a nova banda de telefonia – e todo o universo de aplicações e soluções decorrentes de ambos – só serão efetivos em sua plenitude se puderem contar com networkings conectadas de forma eficiente, dispondo de elevadas taxas de transferência de dados e de respostas no menor tempo. Neste diálogo entre máquinas, as estratégias de processamento centralizados em cloud, por exemplo, não conseguem garantir a menor latência, seja por conta de eventuais fragilidades da infraestrutura de conectividade ou mesmo de oscilações na rede de transmissão. O edge computing surge, então, como um facilitador da alta velocidade requerida atualmente, ao levar o processamento para a borda, o que encurta a distância dado-processamento-resposta e evita os percalços da falta de conectividade. SAIBA MAIS: Ouça em nosso podcast greenTALKS o episódio sobre "Os Desafios da Conectividade Digital". Clique aqui.
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Transformação Digital
Infraestrutura Digital - Episódio 10
Jan de 2021
Olá, seja bem-vindo ao greenTALKS, mais um canal de comunicação e conteúdo da green4T. Esse podcast está disponível no Spotify, em nosso canal no YouTube e também em nossas mídias sociais. Me chamo Fabiano Mazzei e sou jornalista na green4T. Esta é a décima edição do podcast e o assunto de hoje é Infraestrutura Digital. Uma análise sobre como funciona este tipo de ecossistema de processamento de dados, sua relevância neste contexto de transformação digital das empresas – principalmente em tempos de pandemia –, a sua resiliência, fatores de segurança e o ponto de vista do investimento também. E quem vai explicar tudo isso para nós é Carlos Eduardo Dumard, Gerente de Soluções de Tecnologia na green4T. Fabiano: Olá Carlos Eduardo, nosso colega Kadu, muito obrigado pela presença! Carlos Eduardo Dumard: Oi Fabiano! Fico honrado com o convite! É um prazer participar do 10º episódio do greentalks e ter a oportunidade de compartilhar um pouquinho de nossa visão sobre infraestrutura digital. Fabiano: Kadu, eu gostaria de começar definindo o conceito de infraestrutura digital, porque tem ainda muito desentendimento sobre isso. Você poderia explicar para a gente? Carlos Eduardo: Fabiano, o conceito de “infraestrutura digital” sem dúvida ainda causa uma certa confusão de entendimento, visto sua correlação com um conceito mais comumente utilizado, que é a transformação digital. Apesar de haver grande relação entre eles, a transformação digital está relacionada ao movimento de incorporação/adoção de tecnologias digitais como base para processos e procedimentos das empresas e corporações, visando gerar mais produtividade, agilidade e segurança frente aos processos não digitais. Por outro lado, a infraestrutura digital, pode ser referenciada como o arcabouço tecnológico necessário para sustentar as necessidades e demandas desses ambientes digitais. Ela extrapola o ambiente puramente técnico, sendo responsável por prover toda a interação entre o meio físico – que é o mundo real no papel das pessoas – e o meio digital. Na visão dos estudiosos David Tilson, Kalle Lyytinen e Carsten Sorensen, em artigo publicado em 2010 chamado Digital Infrastructures, eles definem infraestruturas digitais como sendo “...as tecnologias de informações básicas e estruturas organizacionais que atuam em conjunto com os serviços e instalações necessários para uma empresa ou indústria operar.” Complementando essa visão, a infraestrutura digital atua como sustentação para um ecossistema digital, onde existe uma correlação e interação com outros meios digitais e físicos. Olhar a infraestrutura digital por esse prisma de ecossistema facilita entendermos melhor esse conceito e sua correlação com os meios. Fabiano: Kadu, importante fazer essa diferenciação inicial. Agora, para aprofundarmos o debate, o que seria a infraestrutura digital híbrida e quais os seus principais diferenciais? Carlos Eduardo: Infraestrutura digital híbrida basicamente é a diversificação de estruturas digitais em ambientes distintos, seja em data centers próprios ou não, nuvens privadas e/ou públicas, e ambientes de edge computing, possibilitando uma infraestrutura digital interconectada e com maior agilidade, flexibilidade e escalabilidade. Como a infraestrutura digital é responsável por suportar e viabilizar a interação com esse ecossistema digital, é fundamental estruturar essa infraestrutura de forma híbrida, para que se consiga explorar todo o potencial desse ambiente. Principalmente, quanto ao desempenho, resiliência e disponibilidade. Diante disso, pensar e implementar uma infraestrutura digital em ambientes híbridos é fundamental para garantir a disponibilidade e a qualidade das operações de TI, o que sem dúvida pode ser um fator de sucesso para o negócio. A estratégia híbrida, além de aumentar a sua presença no mundo digital, possibilitando coexistir em ambientes distintos, permite também que se diversifique a sua infraestrutura e viabilize maior resiliência para suas operações, sem a necessidade de concentrar investimentos em uma única abordagem de infraestrutura de TI, onde uma falha, ainda que de componentes redundantes, pode afetar a disponibilidade de suas operações. Parafraseando um dito popular “Não coloque todos os seus ovos em uma mesma cesta!”. Mesmo que seja uma cesta digital! Fabiano: Muito bem, Kadu. Sob o ponto de vista da resiliência, é correto afirmar que este é um dos principais atributos da infraestrutura digital híbrida? Carlos Eduardo: Fabiano, sim, sem dúvida! Como acabei de comentar, diversificar e criar resiliência é fundamental para as operações de TI, sobretudo por vivermos em um mundo totalmente conectado, no qual as demandas de serviços ocorrem 24horas por dia, 7 dias por semana. Para processar e distribuir tecnologia de forma eficiente, é necessário uma infraestrutura digital híbrida, disponível e interoperável. Isso porque a disponibilidade das operações e serviços de uma empresa é fator extremante relevante e impacta diretamente na imagem e na reputação da marca. Para o efeito de comparação, imaginemos uma disputa entre duas empresas de um mesmo segmento onde o e-commerce da marca A tem mais eficiência, disponibilidade e segurança em seus serviços, frente a marca B, devido a uma abordagem de estratégia digital híbrida, gerando mais confiança do que da marca B, que optou por uma abordagem unificada o que dificulta ter resiliência, escalabilidade e flexibilidade. Diante disso não há dúvida de quem terá melhores resultados. Essa estratégia híbrida busca, principalmente, disponibilidade, velocidade e confiabilidade. A resiliência reflete diretamente nesses itens, pois se sua infraestrutura digital possui resiliência para se ajustar e resistir às variações de demanda, ela estará mais disponível e trará mais confiança por parte dos clientes. Portanto, é fundamental prover serviços a partir de mais de uma opção de infraestrutura, viabilizando o transbordo de cargas de trabalho (workloads) para outros pontos de processamento, se necessário, de maneira ágil. É claro que se faz necessário considerar as particularidades de cada negócio, avaliando também o uso de todos os recursos disponíveis: as infraestruturas de data center – próprias ou não –, o edge computing e o cloud/multicloud, para se estruturar uma estratégia de infraestrutura híbrida que seja assertiva. Tivemos exemplos recentes dessa necessidade de escalabilidade e flexibilidade de infraestrutura mesmo em ambientes de cloud. Em 10 de novembro de 2020, uma falha de conectividade em um grande provedor de cloud, impactou diversos serviços de pagamentos utilizados por bancos como o Nubank, Itaú e o C6 Bank, cujos serviços ficaram indisponíveis por aproximadamente 34 minutos – o que para transações comerciais desse porte resultam em prejuízos bem expressivos; Quinze dias depois deste episódio, uma nova instabilidade técnica afetou serviços como Roku, Duolingo, Adobe Spark, Flickr, * League of Legends * (LoL) e Pokémon Go. Alguns veículos de comunicação reportaram que o Metrô de Nova York também teria sido afetado nesse dia. No Brasil, de acordo com o site DownDetector, o impacto teria chegado aos serviços da UOL, iFood e PicPay. Por fim, no dia 28 de novembro, outra instabilidade impactou clientes de maneira global, sendo os maiores reports concentrados nos Estados Unidos, Austrália, Japão e Brasil. Esses são alguns casos que ocorreram no final de 2020, mas as falhas em grandes provedores de cloud são mais frequentes do que se imagina. Isso reforça que fazer uso de uma única infraestrutura, mesmo que em cloud, não garante a continuidade dos serviços. Por isso, a infraestrutura híbrida leva vantagem, sendo um modelo que garante as operações, sendo aderente a todos os segmentos de negócios, e que pode ser decisivo para o sucesso da empresa ou instituição nesse mundo digital que vivemos. Fabiano: Certo, perfeito. Duas perguntas dentro deste tema da segurança: você poderia contextualizar a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e a infraestrutura digital híbrida? E ainda: quais os critérios para direcionar os dados gerados pela empresa a partir de sua criticidade? Carlos Eduardo: Fabiano, a LGPD – que é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados, sancionada em agosto de 2018 e vigorando desde 18 de setembro de 2020 – teve como balizador a GDPR, que seria a mesma Lei na União Europeia para regulamentação geral de proteção de dados pessoais. Dados pessoais, segundo a LGPD, são quaisquer informações relacionadas a pessoa natural identificada ou identificável. Com isso empresas e órgãos públicos precisam ser transparentes e responsáveis no manejo desses dados. A nova lei estabelece regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo mais proteção e penalidades para o não cumprimento dessas regras. A correlação entre a LGPD e as infraestruturas digitais híbridas pode ser exemplificada quando uma empresa multinacional que atue em solo nacional precise separar a destinação de dados de seus clientes brasileiros – parte devendo ser resguardada no País e parte compartilhada com a sede da companhia no Exterior. A infraestrutura digital híbrida pode facilitar essa gestão, manipulação e armazenamento dos dados sensíveis, guarnecendo-os no continente de origem – obedecendo a legislação local quanto aos critérios de acesso e tratamento dos dados. Contudo, informações não sensíveis podem ser replicadas, compartilhadas e acessadas por infraestruturas de processamento em ambas as regiões (da sede e da filial). Fabiano: Perfeito, Kadu. Agora vamos falar de dinheiro? Por que a infraestrutura digital é um investimento mais assertivo para as empresas? Carlos Eduardo: Fabiano, pensar e estruturar uma arquitetura híbrida possibilita que os investimentos sejam direcionados e dimensionados de forma mais assertiva. Por exemplo, se optarmos por um modelo centralizado de infraestrutura, todos os recursos, independentemente da origem de seus acessos ou finalidade, estarão concentrados em um único ponto, o que muito provavelmente fará com que o dimensionamento dos recursos seja generalista, a fim de possibilitar a coexistência de serviços distintos nesta infraestrutura. Além disso, a contingência desse modelo se dará com duplicação de hardware e/ou software, também em um padrão generalista. Quando comparamos essa abordagem centralizada com uma abordagem híbrida, conseguimos distribuir os investimentos e destinar recursos com maior aderência a um determinado serviço. E em muitos dos casos, inclusive, substituindo altos investimentos de CAPEX por OPEX, pois mesmo adquirindo equipamentos como OPEX ainda há uma taxa de correção ou juros acrescida no valor da aquisição, o que eleva ainda mais o valor. Então, por exemplo, a empresa com uma infraestrutura centralizada que lance um serviço novo, sem histórico, acaba por optar por superdimensionar o investimento inicial supondo um cenário de alta demanda – o que pode não ocorrer – e isso é mais comum do que se imagina. No caso de uma empresa com infraestrutura digital híbrida, ela pode redimensionar os recursos conforme a demanda, de forma rápida e flexível, pagando conforme a utilização. Um modelo de OPEX, consumir os recursos de forma distinta. Isso demonstra que as ações da área de tecnologia devem estar em maior sintonia com as estratégias do negócio e com a velocidade de resposta que hoje é requerida. A infraestrutura híbrida possibilita inclusive que testes de lançamento de serviços, análises de impacto ou reflexos para demandas não conhecidas ou reprimidas, possam ser suportados e mensurados em um ambiente específico, destinado para aquele projeto ou demanda, podendo figurar em definitivo, dependendo do resultado, como um ambiente produtivo. Com esse approach, não só os investimentos dos projetos são mais facilmente mapeados, como o tempo de preparação e adequação da infraestrutura acaba sendo consideravelmente reduzido. Dito isso, pense em como empresas – que possuem demandas sazonais ou que precisem criar resiliência dos serviços com rápida escalabilidade e flexibilidade – atuam, possibilitando que retornem aos padrões normais de custo com os investimentos em tecnologia acompanhando essa variação dessa demanda. Empresas de varejo, que sofrem com a sazonalidade de datas festivas e aumento de demanda como na Black Friday, precisam de estratégias de infraestruturas digitais híbridas exatamente por isso. Lembrando que, após esses eventos de curta duração, essas infraestruturas podem ser redimensionadas, reduzidas ou mesmo descartadas. Isso cria uma sinergia muito grande entre a demanda e o investimento. Em um passado recente, a Netflix reestruturou estratégia e passou a prover streaming dos vídeos com uso de um processamento em edge computing, direcionando e fracionando os acessos em pontos de processamento distintos, não sobrecarregando um ponto central ou pontos centrais. Isso demonstra que descentralizar processamento e investimento é uma estratégia relevante a ser considerada. Fabiano: Ótimo, sempre bom saber dar valor aos investimentos da empresa. Agora, para finalizar, gostaria que você comentasse a respeito das tendências para os próximos anos com relação a infraestrutura digital. Como o pós-pandemia, o 5G e outras inovações e situações, por exemplo, podem exigir mais das infraestruturas de processamento das empresas e das organizações? Carlos Eduardo: Fabiano, sem dúvida o advento de uma pandemia promoveu, de forma extremamente rápida, a necessidade de mudança de cultura, tanto no âmbito pessoal quanto no profissional. E algumas dessas mudanças não só permanecerão como evoluirão, dando espaço a outras necessidades que ainda desconhecemos. Essa rápida adaptação só foi possível por quê nos encontrávamos com um ecossistema digital maduro suficiente para reagir à essas demandas e viabilizar o uso massivo desses ambientes digitais. É claro, que as infraestruturas digitais foram colocadas à prova e precisaram se adequar com tanta velocidade quanto à demanda exigia. Durante a primeira fase da pandemia, de acordo com pesquisa divulgada pela Fundação Instituto de Administração (FIA), 46,7%, das empresas foram obrigadas a adotar o trabalho remoto, o que vimos aumentar durante a evolução dos casos de COVID. A Revista Exame publicou uma matéria contendo os dados do impacto da pandemia em algumas áreas e empresas. As três maiores empresas de computação em nuvem, tiveram um aumento de 32% no faturamento em relação ao 2019. Outro exemplo foi o da plataforma de videoconferência Zoom, cujas ações valorizaram 270% em 2020, com o número de participantes diários em reuniões saltando de 10 milhões em dezembro de 2019 para mais de 300 milhões em abril de 2020 – um aumento de 3.000% na demanda para essa infraestrutura digital. Esses exemplos demonstram a necessidade de se pensar em arquiteturas híbridas para suportar demandas não previstas. Quanto ao futuro, os adventos de novas tecnologias de transmissão de dados como o 5G possibilitará altas velocidades de comunicação, exigindo um tempo de resposta mais eficiente das infraestruturas de processamento. Isso sugere que optemos mais por estratégias de infraestrutura digital híbrida, com forte adoção de modelos de edge computing. Atrelado a essa possibilidade de altas taxas de transmissão de dados e o alto poder de processamento que temos hoje, incluindo dispositivos móveis, novas demandas surgirão, como um maior uso de tecnologias de realidade virtual, realidade aumentada e IA (inteligência Artificial), o que fará com que entremos em outro patamar com o advento da computação quântica. Cada vez mais, teremos o fortalecimento do mundo real interagindo e sendo impactado pelo mundo virtual, e por isso, a visão de um ecossistema digital tem tamanha sinergia, pois a interação com nosso ecossistema físico, fortalecerá ainda mais essa correlação e interação de forma mais latente e interdependente. Isso pode parecer um tanto filosófico, mas quantas pessoas utilizam e confiam no direcionamento do aplicativo Waze, por exemplo, para lhe dizer o melhor caminho, mesmo que se conheça profundamente a região ou trajeto. Isso mostra a correlação entre meios, de forma latente e interdependente. Na esfera de governo, vemos uma enorme mudança também, com cada vez mais serviços sendo prestados digitalmente, o que aumenta a demanda da infraestrutura de tecnologia. Fabiano, diante desse cenário, as demandas de tecnologia somente tendem a crescer e, para suportar isso, as empresas e instituições precisam começar a planejar essa infraestrutura digital o quanto antes, tendo como foco a resiliência, a disponibilidade e o desempenho de suas operações. Fabiano: Muito bem, infelizmente o nosso tempo aqui acabou mas certamente que este é assunto que ainda não esgotou. Há muito para se debater sobre o tema ao longo deste ano. Bem, conversamos aqui com Carlos Eduardo Dumard, Gerente de Soluções de Tecnologia da green4T, sobre Infraestrutura Digital. Kadu, foi um prazer, muito obrigado pela presença e por compartilhar os seus conhecimentos aqui conosco. Carlos Eduardo: Fabiano, o prazer foi meu, e mais uma vez, agradeço a oportunidade em participar do greenTALKS e espero que tenha conseguido esclarecer e agregar um pouco mais sobre os temas. Fabiano: Com certeza conseguiu. Então é isso, convido você a continuar a acompanhar o nosso podcast e também outros conteúdos relevantes sobre a tecnologia no blog INSIGHTS, no site da green4T. Nós esperamos que tenha gostado desta edição. Muito obrigado e até o próximo programa!
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Transformação Digital
Transformação Digital e o impacto na indústria automobilística
Jan de 2021
O fechamento recente de fábricas de carros tradicionais no Brasil evidencia muito mais do que a drástica queda nas vendas, agravada pela pandemia, ou questões tributárias que envolvem o ambiente de negócios do País. O que está por trás é uma mudança de hábito das pessoas com relação a maneira de se deslocar pelas cidades, motivada pela chegada dos aplicativos de transporte, compartilhamento de veículos e pela facilitação do acesso ao transporte público – aspectos gerados pelo fenômeno da Transformação Digital. É a partir da percepção criada por estas inovações tecnológicas que a mobilidade passou a ser vista como um serviço, não mais como bem de consumo. E isso tem gerado uma revolução não só na vida das pessoas, mas também na dinâmica das cidades e na economia. A chegada ao Brasil dos aplicativos de transporte por geolocalização dos motoristas, em 2014, pode ser considerada um marco essencial neste processo. Foi graças a este tipo de serviço que os brasileiros passaram a contar com uma terceira via de locomoção, sem a necessidade de possuir um veículo. Deu tão certo que, em 2019, cerca de 71% dos brasileiros que têm smartphone já haviam solicitado ao menos uma corrida via aplicativo, segundo pesquisa do site Mobile Time. A empresa que lidera este segmento no País, por exemplo, acumula 22 milhões de usuários cadastrados e já realizou mais de 5,6 bilhões de viagens. Os reflexos desta mudança de paradigma podem ser vistos nos dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Estudo recente revelou que a emissão de novas carteiras de habilitação no Brasil caiu aproximadamente 1/3 no final da década passada: de 2,9 milhões de documentos em 2014 para 2 milhões em 2018. Especialmente entre os jovens até 25 anos, o desejo de poder dirigir o próprio carro perdeu espaço por conta não apenas das novas tecnologias, mas pelo alto custo do processo de obtenção da CNH, bem como de aquisição e manutenção dos veículos. Eles preferem usar o dinheiro para estudar, viajar ou consumir outros bens, como um smartphone novo.
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