Líder em soluções de tecnologia e infraestrutura digital para empresas, cidades e nações
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950
data centers
implementados no Brasil
e em 12 países da América Latina
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IoCs implementados no Brasil
e em 12 países da
América Latina
mais de
22 milhões
de horas de Serviços
Continuados com
99,999% (Tier IV) de
disponibilidade
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700
colaboradores dedicados
à operação de
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R$ 3 bilhões
de projetos
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nos últimos 7 anos
Nossas Soluções
Infraestrutura de TI
On & Off Premise
IoT & IoC
Solutions
Green Efficiency & IT
Perfomance Services
Serviços
Especializados
Serviços
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Available. Efficient. Sustainable.
Até 2025, o mundo produzirá estimadamente 175 zettabytes de dados, os quais precisarão do suporte de uma completa infraestrutura de TI. Com os parâmetros atuais de crescimento, o consumo energético da infraestrutura digital será o responsável por 1/5 do uso global de energia.
A green4T acredita e promove a mudança de paradigmas, atrelando os conceitos de sustentabilidade e eficiência. Por isso, a empresa criará soluções de infraestrutura de baixa impacto energético, com PUE máximo de 1,5, para que, nos próximos 10 anos, a iniciativa possa reduzir 60% da energia consumida por todos os data centers na América Latina. A energia poupada neste processo poderá causar impacto de 67 TWh - energia suficiente para iluminar 3 milhões de residências.
Insights
Transformação Digital
Tecnologia IoT: eficiência e transformação
Jul de 2021
A aceleração na transformação digital das companhias imposta pela nova economia data centric tem feito com que os gestores empresariais se concentrem cada vez mais em investir em tecnologia. É na inovação tecnológica que reside toda e qualquer estratégia que busque aprimorar processos, otimizar investimentos, reduzir custos, elevar a produtividade e potencializar a experiência do cliente – as metas básicas e essenciais neste momento de busca frenética por mais competitividade e relevância diante de um mercado tão volátil quanto exigente. Assim, termos como machine learning, inteligência artificial, edge computing e IoT (internet of things) saíram do glossário técnico comumente ouvido nos departamentos de TI e passaram a fazer parte do dia a dia das companhias. Em especial, a 'internet das coisas' se popularizou em quase todos os setores socioeconômicos – da indústria 4.0 ao agronegócio de precisão, das cidades inteligentes ao hábito de consumo das pessoas – e tem gerado grande interesse por parte de CEOs, CIOs e gestores públicos ao redor do mundo. Segundo pesquisa global da consultoria McKinsey, 25% das empresas já utilizavam o IoT em seus negócios em 2019. O mesmo estudo indicou que, até 2023, existirão 43 bilhões destes dispositivos conectados. Dada a sua importância para o futuro dos negócios, o tema ganhou centralidade no evento Global Technology Governance Summit 2021, realizado virtualmente no Japão em abril passado, organizado pelo Fórum Econômico Mundial. Esta elevação no interesse pelo IoT também é explicitada em números. Segundo levantamento do IDC (International Data Corporation), estima-se que apenas na Europa os investimentos em hardware (módulos e sensores) e softwares que suportam essa tecnologia chegarão a US$ 202 bilhões ainda neste ano, com previsão de crescimento na casa dos dois dígitos até o final da década. No mundo, os investimentos relacionados ao IoT, segundo a mesma consultoria, teriam movimentado cerca de US$ 690,4 bilhões em 2020.
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Edge Computing
Como o edge computing se tornou essencial para a Indústria 4.0?
Jul de 2021
A integração de tecnologias como IoT, inteligência artificial e machine learning nas linhas de produção da indústria 4.0 ganhou um novo componente na busca das empresas por uma performance elevada que garanta a relevância em um mercado altamente competitivo: a agilidade no processamento de dados. Neste ambiente onde máquinas conversam entre si e grandes volumes de informações são geradas pelas mais diferentes fontes, coletar, processar e comunicar estes dados com a menor latência possível pode gerar insights valiosos para o sucesso do negócio. É por conta desta nova demanda que o edge computing tem conquistado o seu protagonismo.
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Infraestrutura Digital
TI híbrida: o processamento de dados em todo lugar
Jun de 2021
Com a economia mundial cada vez mais data centric, hábitos de consumo on demand e empresas buscando afirmação no ambiente digital, garantir o processamento de dados das organizações com a máxima segurança, qualidade e performance – visando também a otimização dos custos – se tornou o maior desafio dos líderes de infraestrutura e operações de TI desta década.
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Qual o papel da tecnologia blockchain na transformação digital? - Episódio 18
Jun de 2021
Fabiano: Olá, seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda a mais um episódio do podcast greenTALKS. Lembrando que este conteúdo você encontra nos canais da green4T no YouTube, no nosso blog INSIGHTS e, claro, no Spotify. O tema deste podcast é "Qual o papel da tecnologia blockchain na transformação digital?". Dois assuntos muito quentes (blockchain e transformação digital), muito importantes para todos nós que gostamos e trabalhamos com tecnologia. Para essa conversa, convidamos o Arquiteto de Infraestrutura de TI da green4T, Leonardo Andrade, a quem eu já agradeço aqui a presença. Obrigado, mais uma vez, por conversar conosco. Leonardo: Eu que agradeço, Fabiano. Fabiano: Muito bem, vamos começar essa conversa e, afinal de contas, Leonardo, o blockchain é uma oportunidade ou já é uma realidade nos dias de hoje? Leonardo: Excelente questionamento para começar, Fabiano. Me permita dizer o seguinte: sem dúvida alguma é uma realidade que amplifica oportunidades. E porquê eu faço essa abordagem? Pelo fato de que já conhecemos diversas iniciativas, nos mais variados setores, que vêm fazendo uso da tecnologia, justamente por entenderem que o blockchain é a melhor solução para vencer desafios modernos, aliados à questão da transformação digital. Então, as organizações estão cada vez mais implementando soluções de negócio com base nessa tecnologia. E isso aí falamos da realidade. E onde ficam as possibilidades? Bom, é inevitável que o blockchain venha a se tornar um modelo de referência para a validação de transação de documentos e, quem sabe, até mesmo modelo para armazenamento de dados. Dada a sua característica de imutabilidade dos blocos e criptografia, que é a lógica de operação em sí do blockchain, também já sabemos que o mercado utiliza amplamente os valores do blockchain e que comprovadamente está mais do que validado: a questão da segurança, da confiabilidade da rede e da flexibilidade do modelo. Então, em breve, acredito que seja pouco provável que essa nova tecnologia não se torne uma referência em muitos outros cenários. Fabiano: Muito legal isso que você abordou, Leo. E já que comentamos sobre este conceito estar amplamente difundido, sabemos que o setor financeiro é o que vem mais utilizando essa tecnologia. Mas quais outros setores também têm se beneficiado do blockchain? E de que forma? Leonardo: Perfeito. Então, muita gente que escuta o termo "blockchain" lembra somente das criptomoedas e do setor financeiro. Contudo, a gente sabe que essa tecnologia vai muito além disso – e muito além mesmo. Eu vou citar aqui alguns setores e soluções que eu conheço, elencar bem resumidamente o que eu já vi. Veja só, por exemplo, o setor de saúde, com o uso na transferência de informações médicas; mercado imobiliário, com registro de títulos de propriedades; segmento público, com o chamado Livro-Razão, que armazena informações, histórico e documentos importantes, dentre tantas outras iniciativas muito interessantes. Vale ressaltar também o setor de jogos de entretenimento, por exemplo: os games. O blockchain é utilizado para a compra de acessórios, skins, melhoramentos, etc. No setor de tecnologia, é usado na segurança da informação, como cofre de senhas ou algum dispositivo que auxilia a autenticação dos inúmeros sistemas, inclusive de IoT. E ainda tem o turismo, a indústria e o setor de serviços. Então, são inúmeras as soluções e setores distintos. Temos também a bem conhecida iniciativa do Open Bank, através da Agenda BC# (pacote de medidas que visa reduzir os financiamentos públicos e fomentar os privados, ampliando a democratização financeira). A expectativa era que ele fosse utilizado fortemente, mas houve algumas divergências e discussões, em que o BC não estaria pensando em utilizar no momento, ficando somente com as APIs para fazer a integração dos sistemas. Contudo sabemos que o Banco Central já possui iniciativas com base na tecnologia de blockchain para outras ofertas, para outras demandas. Isso eu acredito que ainda vai longe. É possível que os próprios bancos iniciem suas redes de blockchain, gerando uma demanda nesse sentido. Vai depender muito da forma com que os bancos enxergam as suas respectivas participações nessa iniciativa. Vale que a gente fique de olho. Mas perceba o seguinte, esta é uma tecnologia muito flexível e se adapta bem a diversos setores. Basicamente, todos os segmentos podem utilizá-la, pois é realmente inovadora nesse sentido da flexibilidade e da segurança, conforme ela foi concebida. E, obviamente, o mercado percebeu isso muito bem, as organizações tiveram essa percepção muito rapidamente e, nesse sentido, só faz crescer a utilização da blockchain. Fabiano: É realmente um mundo novo que está se abrindo e o mercado vai se beneficiar muito de tudo isso. Nessa visão mais ampla do blockchain, como podemos entender o papel dele na aceleração da transformação digital das empresas e desses setores econômicos? Leonardo: A transformação digital demanda continuamente de ofertas inovadoras e de agilidade das organizações. Vivemos cenários altamente disruptivos. Pois bem, para vencermos isso, precisamos apostar em tecnologias que realmente nos ajudem e tragam essa inovação exigida, altamente flexíveis, adaptáveis a situações desconhecidas. Pronto, eis o blockchain exatamente características fundamentais dele. Uma tecnologia na qual as organizações conseguem obter esses valores e também trazer confiança, segurança imutabilidade dos dados, com muita agilidade por trabalhar de forma descentralizada, já que foi idealizada para ser ágil e adaptável, não só segura e democrática. Quando a gente trata da questão da transformação digital, acho que é muito importante frisar a agilidade e a adaptabilidade da solução. A gente consegue, por meio dela, eliminar intermediários, romper fronteiras e democratizar a participação de parceiros ou clientes. Então, é realmente uma aposta que vale a pena por contemplar a velocidade necessária para acompanhar o mercado digital e suas demandas. Fabiano: Maravilha, Leo. Você como um especialista no assunto, qual o papel da infraestrutura de TI na consolidação do blockchain? Leonardo: Agora eu peço licença porque eu vou puxar sardinha pro meu lado Fabiano: Fica à vontade, vamos lá! Leonardo: O papel é primordial. Olha, é preciso ter uma sinergia entre as áreas e infras, sistemas e negócios, para chegar aos resultados desejados. E não seria diferente com o blockchain. Quando se parte para construção de soluções de negócios com base em blockhain, é fundamental a participação de um especialista em infraestrutura de TI para trazer informações, suporte, conhecimento de HPC, a computação de alta performance para o "baile", digamos assim. Então, conhecimento e experiência em infraestrutura de TI são essenciais para construção de ecossistemas eficientes, a fim de evitar uma redução do desempenho do blockchain, onde a organização investe e não obtém os resultados desejados, nem aproveita bem todos os benefícios. É importante frisar para os nossos ouvintes que, da mesma forma como ocorre com outras ofertas e projetos, é preciso considerar a questão do conhecimento na parte de infraestrutura e, principalmente, quanto a computação de alto desempenho. Fabiano: Você comentou sobre computação de alto desempenho, computação de alta performance, associando isso ao blockchain. Gostaria que você comentasse a respeito da associação desses dois temas. Leonardo: Perfeito. Assim, é um casamento. Quando a gente fala do blockchain, a gente não pode esquecer da computação alta performance: é justamente ela o excelente caminho para viabilizar os ecossistemas ou plataformas de blockchain, por promover a eficiência extrema. O que eu entendo é que as organizações deverão cada vez mais buscar infraestruturas de TI de alto desempenho para construir a sua própria rede privada de blockchain. A gente sabe que existem algumas ofertas em nuvem, tem as redes que são abertas, “públicas” de blockchain. Mas, sinceramente, o melhor caminho para as organizações é a construção das próprias redes. Por "N" razões, assim como muitas já trabalham com o modelo híbrido para outras atividades e têm a sua própria nuvem privada, o seu edge, etc. O mesmo se aplica com a tecnologia do blockchain. Neste sentido, utilizar a computação de alta performance é a opção mais eficiente e inteligente. É um assunto que vale um podcast inteiro. Fabiano: Não, com certeza vamos conversar mais sobre isso, é um tema que vem crescendo e temos acompanhado de perto o interesse sobre ele. Leo, eu acho que é isso, a gente conseguiu fazer um panorama interessante sobre esse tema. Se quiser deixar o seu comentário final ou uma síntese sobre o blockchain, que veio para ficar, como a nova revolução este mundo tecnológico que a gente vive, por favor, fique à vontade. Leonardo: Exatamente, é bom deixar claro isso para quem nos ouve e quem tem interesse: o blockchain veio para ficar, é uma realidade e traz inúmeras possibilidades. É uma tecnologia muito ampla, com grande capacidade de adaptação e de atender a essas demandas que são extremamente ágeis, requerem velocidade no tempo de resposta para o próprio cliente. Ou seja, pensou na transformação digital do mercado, olhe com carinho para o blockchain, porque ele tem muito a oferecer, muito mesmo. Não é à toa, como você comentou no início do podcast, é um tema super quente. As organizações estão buscando diversos caminhos para viabilizar isso e a computação de alto desempenho é um bom meio de turbinar, digamos assim, esses ambientes, esses ecossistemas ou plataformas para uso do blockchain. Fabiano: Muito bem, infelizmente vamos encerrar essa conversa por aqui, mas certamente este é um tema que não acaba hoje e ainda renderá muitos outros podcasts. Bom, eu conversei com Leonardo Andrade, Arquiteto de Infraestrutura de TI da green4T para falar sobre "Qual o papel da tecnologia blockchain na transformação digital?". Leo, mais uma vez, muito obrigado pela conversa sempre cheia de conteúdo, agradeço a sua presença e sua participação aqui no greenTALKS. Leonardo: Obrigado Fabiano, é sempre uma satisfação encontrar vocês aqui no greenTALKS. Fabiano: Então é isso, espero que você tenha gostado de mais este podcast, portanto, curta, compartilhe esse e outros conteúdos relevantes sobre tecnologia que postamos aqui no Spotify, lá no blog INSIGHTS e também em nossas mídias sociais. Muito obrigado pela audiência e até a próxima.
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Cidades Inteligentes
O planejamento urbano em transformação
Mai de 2021
Em 1488, quando Leonardo Da Vinci iniciou a sua série de esboços que resultaria na obra Cidade Ideal, ele não imaginava o legado que deixaria a arquitetos e urbanistas cinco séculos depois, a respeito da relevância de se buscar um planejamento urbano adequado para resolver problemas estruturais e mitigar os impactos sofridos por quem vive nas grandes cidades. Os desenhos de Da Vinci carregavam conceitos absolutamente modernos: uso das melhores técnicas de construção disponíveis, sustentabilidade aplicada na prática e a percepção popular na elaboração das soluções. Cidade Ideal propunha uma Milão menos caótica, livre dos efeitos negativos de sua superpopulação (100 mil pessoas, na época), com falta de saneamento básico e imersa em epidemias. A visão do artista, que viveu ali por 17 anos, foi o ponto de partida da obra que, associada a sua genialidade como cientista e inventor, criou soluções passíveis de uso nos dias de hoje: arcadas nas fachadas do prédios para aumentar a iluminação natural e a circulação do ar; rede de canais de água em declive para ajudar na limpeza urbana. Quase meio milênio depois e estes requisitos – tecnologia, sustentabilidade e participação da sociedade – formam o tripé essencial para suportar a transformação positiva e necessária das áreas urbanas do planeta no século 21.
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Infraestrutura Digital
Como realizar a migração de uma infraestrutura de TI – Episódio 17
Mai de 2021
Fabiano: Olá, seja muito bem-vindo, bem-vinda a mais um episódio do podcast greenTALKS. Este conteúdo está disponível nos nossos canais da green4T no Spotify, no YouTube e também em nosso blog INSIGHTS. O tema deste podcast é Como realizar a migração de uma infraestrutura de TI. Vamos falar sobre esse procedimento que é altamente crítico, requer muito planejamento, muita atenção aos detalhes. Para falar sobre isso convidamos o nosso Gerente de Serviços de Tecnologia da green4T, Igor André Azevedo, a quem já agradeço aqui, obrigada pela sua presença e por estar aqui com a gente hoje. Igor: Eu que agradeço, Fabiano, pela oportunidade de falarmos sobre este tema. Fabiano: Muito bem, Igor, para que as pessoas que estão nos ouvindo nos entenderem melhor, o que é uma migração de infraestrutura de TI? Igor: Bom, a migração de estrutura de TI começa com um estudo, um planejamento detalhado de todas as disciplinas que envolvem a infraestrutura de TI, com o objetivo de diagnosticar, planejar e definir uma melhor estratégia de movimentação. Essa é a definição do que chamamos de "moving". Fabiano: Muito bem, planejamento é a palavra-chave. O que é que precisa ter em termos de atenção aos detalhes nessa fase pré do processo de migração? Igor: O processo é basicamente dividido em três etapas: "pré-moving", "moving" e "pós-moving". Na primeira etapa, costumo dizer que é 95% do trabalho – os outros 5% são a execução. Neste momento, é feito um assessment no ambiente, na estrutura de TI do cliente, onde é preciso validar todas as disciplinas que envolvem essa infraestrutura, entender e planejar como esses equipamentos estão relacionados, desde a parte de conectividade elétrica e, principalmente, como a infraestrutura está envolvida no business. Feito isso, faz-se todo um estudo do ambiente de destino para onde esses equipamentos vão. Entender como eles ficarão no destino é importantíssimo para que se consiga definir uma estratégia. Em seguida, realizamos um Capacity Plan tem que ser feito um estudo desse ambiente de destino para saber se está tudo preparado para receber esses equipamentos. Então, todo esse processo de identificar os detalhes, como esses equipamentos vão sair, como eles irão ficar no destino, qual a relação que têm com o negócio – para você entender quais são as janelas operacionais que podem ser realizadas nessa atividade – é uma etapa importantíssima. Por isso, digo que é 95% do trabalho. Fabiano: É importante isso que você falou sobre ter total conhecimento dos dois lugares: de onde os equipamentos saem e onde serão colocados. Tem de checar para saber se está tudo em ordem do outro lado, não é? Igor: Sim. É importante conhecer a origem e entender como esses itens são relacionados. Tem um ponto muito importante, Fabiano, que é como eles se relacionam com o negócio, para que se consiga identificar qual é a melhor estratégia. Isso está diretamente atrelado ao destino desse equipamento, então, precisa ser feita uma auditoria muito grande no destino para saber se as questões elétrica, de conectividade, interdependência entre equipamentos e janelas operacionais estão aderentes a esse ambiente. Por isso, o trabalho do Capacity Plan no ambiente de destino é crucial. Fabiano: E tem essa questão da janela operacional. Isso tudo acontece dentro de um espaço de tempo, não é? Igor: Hoje, as empresas não vivem sem um ambiente de TI. Ela é extremamente importante, fundamental e está totalmente alinhada ao negócio de cada cliente. Então, entender essas janelas e como essa estrutura está relacionada ao negócio é fundamental para enxergar em qual janela de movimentação é possível realizar essa atividade. Importante entender se dentro dessa infraestrutura é possível realizar tal a atividade e de que forma, para não extrapolar essas janelas. Fabiano: Bem, isso deve realmente tirar o sono de muita gente. Bom, a gente entendeu como é que funciona essa fase prévia. Agora, você poderia falar um pouco sobre quais são os fatores que o gestor de TI deve levar em consideração na hora da migração propriamente? Igor: É importante identificar e ter conhecimento, domínio da infraestrutura. Então, o primeiro ponto é esse. E como não é uma atividade do cotidiano das pessoas que administram a estrutura, é mais uma carga de trabalho que se tem, porque você precisa validar toda essa infraestrutura, conhecer, ver tudo em detalhes para poder planejar. Além das atividades do dia a dia, você ainda teria que pensar em todo o processo para fazer essa migração. Esse é um ponto. Ter recurso para fazer esse tipo de atividade. O segundo ponto é ter profissionais com conhecimento nesse tipo de processo. Isso é importante. Outro ponto muito importante é não enxergar essa atividade como apenas um transporte de equipamento. Ela envolve tudo o que nós conversamos, todo um planejamento para que consigamos realizar uma atividade dentro daquela janela, dentro daquele período que é permitido para o negócio, onde a estrutura consegue ficar off. Também ter parceiros que consigam executar esse tipo de atividade, que tenham conhecimento nisso. Acho que este é um dos pontos mais importantes que se pode mencionar. Fabiano: Perfeito. Igor, você mencionou a questão dos transportes dos equipamentos. Essa fase requer cuidados especiais também? Igor: Sim. Quando nós estamos falando de infraestrutura de TI, nós estamos falando de equipamentos sensíveis. Em uma análise mais profunda, trata-se de lidar com dados, com informação. Ali está contida a vida da empresa. Então, o cuidado com esse equipamento no transporte é fundamental. Todos os equipamentos devem ser embalados corretamente, utilizando materiais específicos para transporte de sensíveis. É preciso ter um controle muito grande nesse transporte para que você garanta que o equipamento vai sair de um local e ir para o seu destino sem nenhum problema. Então, é usar alguns recursos, como etiquetas de anti-impacto, que evidenciam se aquele equipamento teve algum impacto durante o transporte. Tudo isso são itens que são observados para mitigar qualquer problema, qualquer risco que se tenha após a migração. Então, é importante que considere esse fator do transporte no processo. Fabiano: Maravilha. Bom, agora passando para a próxima fase. Realizada a migração, quais são os pontos de atenção na hora da instalação já no novo local, enfim, o que temos de prestar atenção nesse momento do processo? Igor: Feito o planejamento e a migração, que é executar fielmente o que foi planejado, após a migração o objetivo é garantir que todas as aplicações, todos os serviços, todos os equipamentos estejam conforme eram na origem. Depois, validar todo o novo ambiente. Então, é preciso gastar um tempo maior para testar e atestar que esse ambiente está saudável e sem nenhum problema registrado durante essa migração. Então, este é um dos pontos mais importantes: gastar um tempo maior em testar todas as aplicações, os equipamentos, a parte de conectividade, para que não se tenha nenhuma surpresa depois. Fabiano: Perfeito. Bom, e como se garante a estabilidade dessa infraestrutura que foi migrada? A estabilidade e a governança, como pode-se garantir estes dois lados do processo? Igor: Bom, na parte da governança, é feito todo um book de documentos durante a parte do planejamento. É pensado como será feita essa execução, validar toda essa documentação e entregar um ambiente organizado, identificado com esse book de documentos verificados para você ter esse controle do ambiente. Então, você passa a ter, após a migração, obviamente o objetivo principal que é migrar com segurança e garantir a segurança dos dados. Obviamente, você também tem um outro resultado que é o book de documentos: a sua infraestrutura de TI totalmente documentada. o que te garante parte da governança e estabilidade. Então, é preciso testar todas as aplicações, testar tudo de uma forma bem planejada para que se garanta a estabilidade das aplicações e o funcionamento perfeito desse data center após essa migração. Fabiano: Perfeito. Sem dúvida que este é um setor absolutamente sensível para as empresas hoje. Como a gente conversou, as empresas são altamente dependentes de processamento de dados, então, é sobre a integridade de um setor vital para as empresas. Por isso, a minha pergunta agora é qual a importância de se contar com profissionais experientes, qualificados, acostumados a esse tipo de processo? Qual a importância de contar com uma equipe assim na migração de uma infra estrutura de TI? Igor: É um dos pontos-chave da migração: a capacitação. Contar com equipes que conhecem o processo, que vivenciam isso. Como disse, esta não é uma atividade do cotidiano das pessoas que administram uma infraestrutura de TI. Então, contar com quem conhece do processo, com experiência nesse tipo de atividade é um grande passo para que você tenha sucesso nessa migração. Planejamento e capacitação, nesse tipo de serviço, são itens muito importantes e um diferencial neste trabalho. Fabiano: O segredo do sucesso é planejar muito bem o início do processo. É aquilo que conversamos: 95% da migração é planejamento, cuidando de todos os detalhes durante o processo e contando com profissionais de qualidade, certo? Igor: Com certeza, é atenção aos detalhes que faz toda a diferença. Você pode até ter profissionais que conhecem de todas as camadas da infraestrutura, mas quando se fala em migrar um data center, é preciso pensar em itens que não são apenas TI. Então, todo esse planejamento e atenção aos detalhes é fundamental – e, neste momento, saber o que está fazendo é premissa. Para que se tenha sucesso nesse tipo de atividade é preciso ter muito planejamento, pensar tudo antes, mitigar todos os riscos e contar com equipes que tenham essa capacitação e conheçam esse processo para que você consiga atender à migração com erro zero, para ter toda a sua infraestrutura de TI e o negócio rodando bem após a migração. Fabiano: Muito bem, acho que a gente conseguiu dar um panorama bastante detalhado de todo esse processo crítico. Então, acho que conseguimos entregar um conteúdo importante para as pessoas. Bom, eu conversei aqui com Igor André Azevedo, nosso Gerente de Serviços de Tecnologia aqui da green4T para falar sobre migração de uma infraestrutura de TI. Igor, muito obrigado pela sua presença e pelo seu conhecimento compartilhado aqui conosco hoje. Igor: Eu que agradeço, Fabiano, a oportunidade de falar de um tema que particularmente eu gosto muito e espero ter contribuído e esclarecido os pontos mais importantes dessa atividade. Obrigado. Fabiano: Com certeza, você esclareceu bastante coisa. Bom, é isso, espero que você que está ouvindo esse podcast também tenha gostado. Portanto, curta e compartilhe este e outros conteúdos relevantes sobre todo esse universo da tecnologia que postamos no blog Insights, no site da green4T, aqui também no podcast e nas nossas mídias sociais. Aguardo você aqui no próximo episódio. Muito obrigado e até a próxima.
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