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Scipopulis discute a descarbonização do transporte público em evento mundial
Brasil, 03 de setembro de 2021 – A brasileira Scipopulis, focada em análise de dados para cidades inteligentes, participará do programa de aceleração mundial Global Scale-up organizado pelo CivicTech Alliance de 6 de setembro a 26 de outubro, envolvendo governos e 18 instituições de 10 países. O programa faz parte das ações da COP26 para promoção de tecnologias que ajudem a reduzir o impacto das mudanças climáticas. Além da descarbonização do transporte, serão discutidos os temas da resiliência ambiental e do desperdício de alimentos com foco na agenda de sustentabilidade. Presente em sete cidades brasileiras e, mais recentemente, Santiago, no Chile, a Scipopulis, empresa da green4T, traz para discussão a questão da eletrificação do transporte público como forma de redução de poluentes. “Sabemos que, somente a área de transportes é responsável por 25% da emissão de gases. O estímulo ao uso do transporte público aliado à redução das suas emissões pode reduzir drasticamente esse valor. É hora de algo ser feito. Essa união entre empresas e órgãos públicos é fundamental para que sejam tomadas as medidas necessárias”, explica Roberto Speicys, cofundador e CEO da Scipopulis. Redução de emissões no transporte público O Painel Trancity, é uma ferramenta de monitoramento do transporte público para gestão, planejamento e operação do sistema de transporte, criada pela Scipopulis, empresa da green4T, e adotada por sete cidades no Brasil, além de Santiago, no Chile. A ferramenta auxilia gestores a aumentarem a eficiência do sistema, melhorando a qualidade do serviço e reduzindo a emissões de gases de efeito estufa que podem ser acompanhadas diariamente pelo sistema. O Painel Trancity, ainda, apoia os gestores na transição para a mobilidade elétrica e toda tomada de decisão com dados para análise preditiva e projeções de consumo. Sobre a green4T A green4T é uma empresa brasileira, líder em soluções de tecnologia e infraestrutura digital. Fundada em 2016 e presente em 12 países da América Latina, a green4T tem o compromisso de desenvolver soluções de tecnologia e infraestrutura para a transformação digital de empresas, cidades e nações de forma eficiente e sustentável para o planeta. Sobre a Scipopulis A Scipopulis é uma empresa de inovação focada em soluções para cidades inteligentes e especializada em mobilidade urbana. Fundada em 2014, foi selecionada como uma das “100 Startups to Watch” da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios e conquistou diversos prêmios por sua atuação inovadora, destacando-se a menção honrosa da 11ª turma da Startup Farm, o 1º Demoday Mobilab e o prêmio Connected Smart Cities. A Scipopulis foi adquirida pela green4T em agosto de 2019. Assessoria de imprensa green4t@maquinacohnwolfe.com Talita Marcon – talita.marcon@maquinacohnwolfe.com Janaina Finardi – janaina.finardi@maquinacohnwolfe.com Nancy Campos – nancy.campos@maquinacohnewolfe.com
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Futuro da economia digital depende da eficiência energética
São Paulo, 20 de agosto de 2021 - A economia digital revoluciona positivamente os negócios em todo o mundo, mas também traz à tona a questão do consumo de eletricidade dos centros de processamento de dados, que podem ser melhor gerenciados do ponto de vista dos gastos energéticos, sem prejuízo à performance e com a devida diminuição de seu impacto no meio ambiente. Em junho, autoridades irlandesas emitiram um alerta quanto ao risco de apagões de energia no país, caso o aumento expressivo do consumo de eletricidade pelos data centers não fosse controlado. Com 70 parques de processamento de dados instalados, o setor na Irlanda já abocanha 11% de todo o grid gerado, um percentual que deve chegar a 29% até 2028, segundo pesquisa da EirGrid, a operadora do sistema elétrico do país. O episódio é simbólico. Evidencia o crescimento do setor de data centers na Europa e em todo mundo para suportar negócios, empresas e pessoas nesta nova era digital. Traz à tona também a questão do consumo de eletricidade dos centros de processamento de dados, que podem ser melhor gerenciados do ponto de vista dos gastos energéticos, sem prejuízo à performance e com a devida diminuição de seu impacto no meio ambiente. Mais do que o desafio, há uma excelente oportunidade a ser aproveitada por toda a indústria de TI e setores relacionados, alinhando-se às boas práticas de ESG (Enviroment, Social and Governance ou Meio Ambiente, Social e Governança). Para tanto, é preciso empreender uma jornada de eficiência energética, com a implementação de um conjunto de medidas operacionais que garantam faturamento em ascensão com respeito absoluto ao meio ambiente. Elas abrangem principalmente: 1. Otimização do data center: implica em elevar a densidade computacional da estrutura, potencializando o uso dos servidores dentro dos racks. Isso diminui a quantidade de equipamentos instalados, reduzindo o volume de energia necessário para a operação e resfriamento dos ambientes, que passam a ser mais compactos, ocupando menos espaço físico e sem prejuízo à capacidade de processamento; 2. Redução do PUE (Power Usage Effectiveness): implementar soluções desenhadas para oferecer uma relação entre o consumo energético total da empresa versus consumo do TI que fique próximo do índice 1,0, o que classificaria o data center como sustentável sob este critério; 3. Revisão do ciclo de renovação: encurtar os prazos de atualização do CPU conforme a disponibilidade orçamentária, visando maximizar a performance a partir de equipamentos e programas mais modernos. Vale também considerar a implementação de planos de prolongamento da vida útil de peças e componentes, para extrair a máxima produtividade mesmo após o fim da garantia dada pelo fabricante; 4. Transição energética: busca e uso de fontes de energia renováveis e limpas para o funcionamento dos data centers. Este recurso pode ser adquirido de fornecedores certificados ou por meio de "fazendas" geradoras de energia solar ou eólica, por exemplo, associadas ao próprio data center da companhia e, 5. Virtualização e gerenciamento software-defined: gestão da infraestrutura de TI por meio de máquinas virtuais (VMs) e softwares como o DCIM, que unifica e agiliza o processo, permitindo realizar um maior controle do consumo de energia dos racks e equipamentos. Iniciar este processo implicará na revogação de antigas crenças por parte dos líderes de infraestrutura e operações (I&O) em favor de novas soluções que atuem de forma mais assertiva sobre o tema. Este é um direcionamento que, aliás, deve ser tomado com rapidez: há cada vez menos tolerância com as companhias que não mantêm sob controle as emissões de carbono em toda a sua cadeia de produção, em razão do impacto disso no aquecimento global, conforme reforça o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas - IPCC 2021, das Organizações das Nações Unidas (ONU), apresentado recentemente. Portanto, é hora de agir. No que tange ao setor de TI, o foco principal é potencializar a eficiência energética dos data centers e de toda a infraestrutura a eles associada. Segundo estimativa da agência de energia da Dinamarca, o crescimento previsto dos gastos com eletricidade nos centros de dados e ativos de telecomunicação pode chegar a 15% do consumo global de energia elétrica em apenas uma década, o que torna mandatória a busca por melhorias na gestão deste recurso, bem como estimular fontes renováveis e limpas, para que possam ser utilizadas já no curto prazo. Dar início a essa transformação da força motriz dos data centers é também uma oportunidade valiosa de novos negócios para a indústria de TI. Assim, a missão reservada aos líderes de infraestrutura e operações (I&O) é encontrar parcerias sólidas, com expertise e capacidade para liderar os planos de ações que tornarão os data centers energeticamente mais eficientes, produtivos e de menor impacto ambiental. Este é um caminho sem volta da economia digital. O planeta e os negócios agradecem.
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green4T na mídia
Valor Econômico
Ferramentas ajudam na gestão de metas
O modelo Coffee calcula a necessidade de redução de emissões por países, de acordo com as fontes de energia limpa.
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ind4.0
Edge computing é diferencial competitivo para indústrias 4.0
Tecnologia garante menor latência na comunicação dos dados gerados pelas fábricas, melhorando sua conectividade.
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TI Bahia
Futuro da economia digital depende da eficiência energética
A economia digital revoluciona positivamente os negócios em todo o mundo, mas também traz à tona a questão do consumo de eletricidade dos centros de processamento de dados.
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Law Innovation
Blockchain é a mais nova aposta para promover a aceleração digital
Flexível e segura, a tecnologia Blockchain tem sido prioridade em diversos setores da economia para acelerar a transformação digital e a inovação das organizações
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TecFlow
Demanda de 5G aumenta aposta de Telecom em Edge Computing
Rack Edge da green4T possibilita conectividade da nova banda larga e reduz em até 20% o consumo de energia da infraestrutura de TI
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Connected Smart Cities
Cidades Inteligentes, a alternativa para um ecossistema sustentável
Movidos pelo conceito de Cidades Inteligentes, governantes têm buscado alternativas para a construção de um ambiente capaz de fornecer um desenvolvimento sustentável
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