atuação
download
consulte-nos
Em 2019,
80% das empresas adotarão uma
estratégia híbrida que inclua uma infraestrutura própria e vários provedores de infraestrutura como serviço
Fonte: Gartner
Infraestrutura de TI On & Off Premise
A infraestutura de TI evoluiu de modelos unidimensionais para um modelo híbrido, no qual diferentes cargas de trabalho demandam infraestrutura com diferentes características.
Portfólio de Soluções
Partimos da necessidade da TI para desenhar e implementar a melhor solução de infraestrutura, que pode ser ofertada nas modalidades CAPEX ou OPEX, dentro ou fora das suas instalações, para ser gerida in-house ou adquirida as-a-service (SaaS).
Construção de Edifícios de Missão Crítica
Data Centers Modulares
Data Centers Especializados
Edge Computing
Faça download do nosso catálogo
Preencha o formulário abaixo para fazer download do nosso catálogo
Preencha os campos acima
Consulte-nos
Preencher o campo Nome Corretamente
Preencher o campo Empresa Corretamente
E-mail inválido, favor preencher corretamente.
Preencher o campo Celular Corretamente
Preencher a mensagem corretamente.
Enviar
Leia Também

Tecnologias digitais no combate às mudanças climáticas

Na abertura da 76ª Assembleia Geral da ONU, dia 21 de setembro, em Nova York, o Secretário-Geral da entidade, António Guterres, destacou a tecnologia como um dos vetores essenciais de transformação do futuro do planeta pós-Covid. Segundo ele, é absolutamente necessário, por exemplo, que o acesso à internet seja amplificado, chegando a todos os povos até 2030 – a fim de permitir o desenvolvimento sustentável das nações mais vulneráveis. Ao chamar a atenção para a questão da expansão da conectividade, Guterres trouxe também aos holofotes a discussão sobre o papel das tecnologias digitais no enfrentamento dos desafios do mundo depois da pandemia. Dentre as grandes e mais emergenciais tarefas para os próximos anos está a mitigação dos efeitos adversos das mudanças climáticas, diante das quais a tecnologia tem imensa contribuição a dar. Guterres pediu aos 193 chefes de Estado reunidos no encontro que fossem mais audaciosos em suas medidas e estratégias de contenção das emissões de gases do efeito estufa. Ele sugeriu ainda criação de mais empregos "verdes" ligados à sustentabilidade e economia circular, o fim dos subsídios para os combustíveis fósseis e a tributação de empresas poluentes. "Nós devemos levar isso a sério e devemos agir rápido", declarou ele na plenária. Ouça o podcast greenTALKS "Os desafios da conectividade digital", com o Prof. Edelvício Souza Júnior. O sentido de urgência de Guterres encontra eco ainda no relatório "Climate Change 2021: The Physical Science Basis", do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), publicado em agosto. Pelo estudo, a temperatura média da Terra já se elevou em 1,1ºC desde o período pré-industrial, no século 19, em razão da atividade humana e precisa ter o seu ritmo desacelerado. Confiante, ele disse ainda ser possível que as nações reduzam em 50% todas as emissões de carbono até 2030, bem como a sua completa eliminação até a metade deste século. E mencionou estarmos próximos de efetivar um fundo anual de US$ 100 bilhões para ajudar os países mais vulneráveis a mitigar os impactos do aquecimento global.
Saiba Mais >

Como o IoT está transformando o setor de saúde

A pandemia da Covid acelerou a transformação de empresas, negócios e o modo de viver, trabalhar e de se relacionar das pessoas. Algumas destas mudanças, contudo, parecem ter ganhado um caráter permanente, dentre elas, a forma como as pessoas passaram a cuidar da saúde. Reflexo do distanciamento social necessário para se estancar a disseminação do coronavírus, muitos buscaram se consultar com os seus médicos via teleconferência. Para se ter uma ideia, apenas nos seis primeiros meses da pandemia em 2020, o número de brasileiros que aderiram a esta modalidade de atendimento saltou de 150 mil para 3,5 milhões de pessoas (Fonte: Conexa). Mas há outras tecnologias que também registraram crescimento em sua utilização com objetivo de melhorar o atendimento a pacientes e o gerenciamento de hospitais e clínicas. Uma delas, em especial, merece destaque: o IoT (internet of things). A internet das coisas, que conecta máquinas, sistemas, negócios e pessoas por meio de um ecossistema de sensores integrados à rede de internet ganhou relevância exatamente por possibilitar que pacientes, médicos e serviços de saúde possam se conectar estejam onde estiverem. É a partir dessa interação, com dispositivos gerando volumes imensos de dados em tempo real, que todo o segmento iniciou a sua metamorfose. De uma maneira geral, a medicina sempre se apoiou na coleta de informações para determinar diagnósticos e tratamentos. No entanto, nada é comparado ao fenômeno data centric que o setor de saúde tem vivido nestes últimos anos. De tão relevante, o IoT aplicado à saúde ganhou até um nome próprio: IoMT, a "internet das coisas médicas", que permite extrair informações em tempo real de pacientes, equipamentos e ambientes hospitalares, elevando a assertividade nas tomadas de decisão. Uma vantagem que pode significar a diferença entre a vida e a morte neste segmento tão delicado. Por sua imensa aplicabilidade e benefícios concretos, o mercado de IoMT só faz crescer. Segundo estudo da Deloitte – "Medtech and the Internet of Medical Things" – o setor deve movimentar a cifra de US$ 158 bilhões até 2022.
Saiba Mais >
Política de Privacidade
Termo de utilização
Política de Cookie
Mapa do site
© 2021 green4t. All rights reserved