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Em 2020, teremos, aproximadamente,
50 milhões
de sensores conectados pela IoT e este número tende a crescer a
125 bilhões
até 2030
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O uso crescente da IoT com sensores integrados a plataformas inteligentes transforma o mundo como o conhecemos, acelerando e permitindo a transformação digital.
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Nossa Atuação
Com o surgimento de novas tecnologias como: Inteligência Artificial, Blockchain, Edge Computing, Cloud Computing, Big Data, entre outros, e o uso crescente de IoT com sensores integrados a plataformas inteligentes, o mundo como conhecemos esta se transformando.
Acelerando e permitindo a transformação digital de organizações, cidades e nações. Um dos principais resultados da transformação digital é o aumento exponencial dos dados gerados.
Entretanto para gerar valor agregado esses dados deverão ser analisados e estruturados para se transformar em informações e por fim insights para a apoiar e suportar os processos de tomada de decisão e a gestão das operações de missão crítica.
Integramos soluções de IoC & IoT que suporta o ecossistema de infraestrutura digital para a coleta, comunicação, processamento, armazenamento, integração e gestão dos dados.
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Tecnologias digitais no combate às mudanças climáticas

Na abertura da 76ª Assembleia Geral da ONU, dia 21 de setembro, em Nova York, o Secretário-Geral da entidade, António Guterres, destacou a tecnologia como um dos vetores essenciais de transformação do futuro do planeta pós-Covid. Segundo ele, é absolutamente necessário, por exemplo, que o acesso à internet seja amplificado, chegando a todos os povos até 2030 – a fim de permitir o desenvolvimento sustentável das nações mais vulneráveis. Ao chamar a atenção para a questão da expansão da conectividade, Guterres trouxe também aos holofotes a discussão sobre o papel das tecnologias digitais no enfrentamento dos desafios do mundo depois da pandemia. Dentre as grandes e mais emergenciais tarefas para os próximos anos está a mitigação dos efeitos adversos das mudanças climáticas, diante das quais a tecnologia tem imensa contribuição a dar. Guterres pediu aos 193 chefes de Estado reunidos no encontro que fossem mais audaciosos em suas medidas e estratégias de contenção das emissões de gases do efeito estufa. Ele sugeriu ainda criação de mais empregos "verdes" ligados à sustentabilidade e economia circular, o fim dos subsídios para os combustíveis fósseis e a tributação de empresas poluentes. "Nós devemos levar isso a sério e devemos agir rápido", declarou ele na plenária. Ouça o podcast greenTALKS "Os desafios da conectividade digital", com o Prof. Edelvício Souza Júnior. O sentido de urgência de Guterres encontra eco ainda no relatório "Climate Change 2021: The Physical Science Basis", do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), publicado em agosto. Pelo estudo, a temperatura média da Terra já se elevou em 1,1ºC desde o período pré-industrial, no século 19, em razão da atividade humana e precisa ter o seu ritmo desacelerado. Confiante, ele disse ainda ser possível que as nações reduzam em 50% todas as emissões de carbono até 2030, bem como a sua completa eliminação até a metade deste século. E mencionou estarmos próximos de efetivar um fundo anual de US$ 100 bilhões para ajudar os países mais vulneráveis a mitigar os impactos do aquecimento global.
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Como o IoT está transformando o setor de saúde

A pandemia da Covid acelerou a transformação de empresas, negócios e o modo de viver, trabalhar e de se relacionar das pessoas. Algumas destas mudanças, contudo, parecem ter ganhado um caráter permanente, dentre elas, a forma como as pessoas passaram a cuidar da saúde. Reflexo do distanciamento social necessário para se estancar a disseminação do coronavírus, muitos buscaram se consultar com os seus médicos via teleconferência. Para se ter uma ideia, apenas nos seis primeiros meses da pandemia em 2020, o número de brasileiros que aderiram a esta modalidade de atendimento saltou de 150 mil para 3,5 milhões de pessoas (Fonte: Conexa). Mas há outras tecnologias que também registraram crescimento em sua utilização com objetivo de melhorar o atendimento a pacientes e o gerenciamento de hospitais e clínicas. Uma delas, em especial, merece destaque: o IoT (internet of things). A internet das coisas, que conecta máquinas, sistemas, negócios e pessoas por meio de um ecossistema de sensores integrados à rede de internet ganhou relevância exatamente por possibilitar que pacientes, médicos e serviços de saúde possam se conectar estejam onde estiverem. É a partir dessa interação, com dispositivos gerando volumes imensos de dados em tempo real, que todo o segmento iniciou a sua metamorfose. De uma maneira geral, a medicina sempre se apoiou na coleta de informações para determinar diagnósticos e tratamentos. No entanto, nada é comparado ao fenômeno data centric que o setor de saúde tem vivido nestes últimos anos. De tão relevante, o IoT aplicado à saúde ganhou até um nome próprio: IoMT, a "internet das coisas médicas", que permite extrair informações em tempo real de pacientes, equipamentos e ambientes hospitalares, elevando a assertividade nas tomadas de decisão. Uma vantagem que pode significar a diferença entre a vida e a morte neste segmento tão delicado. Por sua imensa aplicabilidade e benefícios concretos, o mercado de IoMT só faz crescer. Segundo estudo da Deloitte – "Medtech and the Internet of Medical Things" – o setor deve movimentar a cifra de US$ 158 bilhões até 2022.
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