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7 de cada 10
grandes empresas do
Brasil usam pelo menos
uma das tecnologias da
Indústria 4.0
48% das grandes
empresas pretendem investir na tecnologia da Indústria 4.0
Indústria 4.0 no Brasil deverá gerar uma
redução de
custos
industriais de
R$ 73 bilhões
por ano e de
manutenção de
máquinas de
R$ 31 bilhões
anualmente
Indústria 4.0 deverá gerar
uma economia de energia de
R$ 7 bilhões
por ano
Indústria 4.0
O conceito de Indústria 4.0 se refere a transformação da indústria em um ecossistema conectado de produção inteligente, proporcionando maior produtividade, qualidade e tornando os processos produtivos customizáveis, independentes e mais eficientes.
As novas tecnologias, empregadas na Indústria 4.0 permitem a coleta e análise de uma grande volume de dados que precisam ser processados, armazenados e gerenciados para garantir a gestão integrada em tempo real da fábrica.
Nossas soluções
Para suportar o desenvolvimento da Indústria 4.0, desenvolvemos, integramos e implementamos as seguintes soluções:
Benefícios e diferenciais da nossa solução
Gestão em Tempo Real
As informações provenientes dos sensores e dos processos produtivos do chão de fábrica formam um grande banco de dado cujo tratamento e processamento instantâneo permite uma tomada de decisões assertivas e em tempo real.
Operações Integradas
Com a adoção de sistemas cyber-físicos, as fábricas contam com infraestrutura inteligente capaz de melhor gerenciar e sincronizar as demandas na cadeia produtiva de ponta a ponta desde fornecedores até clientes.
Migração para o Mundo Virtual
Empresas dispõem de cópia virtual de suas “fábricas inteligentes” permitindo executar remotamente tarefas de rastreabilidade e monitoramento graças a sensores fixados ao longo das instalações fabris.
Manufatura Modular
Atividades das máquinas são alteradas com facilidade. Dessa forma, os processos produtivos se tornam ainda mais flexíveis, permitindo estruturação de módulos para atender demandas específicas.
Descentralização
Sistemas cyber-físicos tomam decisões e acionam comando de forma autônoma baseadas em necessidades identificadas em tempo real nas linhas de manufatura. A predição de falhas nas máquinas permite acelerar o diagnóstico, reduzir tempo de equipamento parado por defeito. A coleta de contagem de produção, itens descartados e dentro dos parâmetros de qualidade são realizados mais rapidamente
Sistemas Orientados a Serviços 
Através da implementação de uma plataforma única de comunicação e de sistemas orientados a serviços, é possível realizar remotamente o gerenciamento e assistência dos equipamentos, manutenções mais assertivas e um melhor acompanhamento de produção.
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Tecnologias digitais no combate às mudanças climáticas

Na abertura da 76ª Assembleia Geral da ONU, dia 21 de setembro, em Nova York, o Secretário-Geral da entidade, António Guterres, destacou a tecnologia como um dos vetores essenciais de transformação do futuro do planeta pós-Covid. Segundo ele, é absolutamente necessário, por exemplo, que o acesso à internet seja amplificado, chegando a todos os povos até 2030 – a fim de permitir o desenvolvimento sustentável das nações mais vulneráveis. Ao chamar a atenção para a questão da expansão da conectividade, Guterres trouxe também aos holofotes a discussão sobre o papel das tecnologias digitais no enfrentamento dos desafios do mundo depois da pandemia. Dentre as grandes e mais emergenciais tarefas para os próximos anos está a mitigação dos efeitos adversos das mudanças climáticas, diante das quais a tecnologia tem imensa contribuição a dar. Guterres pediu aos 193 chefes de Estado reunidos no encontro que fossem mais audaciosos em suas medidas e estratégias de contenção das emissões de gases do efeito estufa. Ele sugeriu ainda criação de mais empregos "verdes" ligados à sustentabilidade e economia circular, o fim dos subsídios para os combustíveis fósseis e a tributação de empresas poluentes. "Nós devemos levar isso a sério e devemos agir rápido", declarou ele na plenária. Ouça o podcast greenTALKS "Os desafios da conectividade digital", com o Prof. Edelvício Souza Júnior. O sentido de urgência de Guterres encontra eco ainda no relatório "Climate Change 2021: The Physical Science Basis", do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), publicado em agosto. Pelo estudo, a temperatura média da Terra já se elevou em 1,1ºC desde o período pré-industrial, no século 19, em razão da atividade humana e precisa ter o seu ritmo desacelerado. Confiante, ele disse ainda ser possível que as nações reduzam em 50% todas as emissões de carbono até 2030, bem como a sua completa eliminação até a metade deste século. E mencionou estarmos próximos de efetivar um fundo anual de US$ 100 bilhões para ajudar os países mais vulneráveis a mitigar os impactos do aquecimento global.
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Como o IoT está transformando o setor de saúde

A pandemia da Covid acelerou a transformação de empresas, negócios e o modo de viver, trabalhar e de se relacionar das pessoas. Algumas destas mudanças, contudo, parecem ter ganhado um caráter permanente, dentre elas, a forma como as pessoas passaram a cuidar da saúde. Reflexo do distanciamento social necessário para se estancar a disseminação do coronavírus, muitos buscaram se consultar com os seus médicos via teleconferência. Para se ter uma ideia, apenas nos seis primeiros meses da pandemia em 2020, o número de brasileiros que aderiram a esta modalidade de atendimento saltou de 150 mil para 3,5 milhões de pessoas (Fonte: Conexa). Mas há outras tecnologias que também registraram crescimento em sua utilização com objetivo de melhorar o atendimento a pacientes e o gerenciamento de hospitais e clínicas. Uma delas, em especial, merece destaque: o IoT (internet of things). A internet das coisas, que conecta máquinas, sistemas, negócios e pessoas por meio de um ecossistema de sensores integrados à rede de internet ganhou relevância exatamente por possibilitar que pacientes, médicos e serviços de saúde possam se conectar estejam onde estiverem. É a partir dessa interação, com dispositivos gerando volumes imensos de dados em tempo real, que todo o segmento iniciou a sua metamorfose. De uma maneira geral, a medicina sempre se apoiou na coleta de informações para determinar diagnósticos e tratamentos. No entanto, nada é comparado ao fenômeno data centric que o setor de saúde tem vivido nestes últimos anos. De tão relevante, o IoT aplicado à saúde ganhou até um nome próprio: IoMT, a "internet das coisas médicas", que permite extrair informações em tempo real de pacientes, equipamentos e ambientes hospitalares, elevando a assertividade nas tomadas de decisão. Uma vantagem que pode significar a diferença entre a vida e a morte neste segmento tão delicado. Por sua imensa aplicabilidade e benefícios concretos, o mercado de IoMT só faz crescer. Segundo estudo da Deloitte – "Medtech and the Internet of Medical Things" – o setor deve movimentar a cifra de US$ 158 bilhões até 2022.
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